segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Culto de Criança

Tema: É primavera... e Deus plantou um jardim...

Adoração

Acolhida (feita por dois adolescentes)

Leitor/a: Queremos que a graça e a paz de Deus sejam com todos vocês. Nós estamos alegres por estar na casa do nosso Pai e queremos fazer um culto a Ele tão bonito, com as cores da primavera que Ele faz para nós, todos os anos...

Leitor/a: Abra seu coração nesta noite, pois Jesus falou que somente aquele que se tornar como uma criança pode entrar no Reino de Deus.

Leitor/a: Queremos cantar, orar e louvar com nossas crianças, lembrando que o mundo começou quando Deus fez um jardim e depois vinha passear nele, junto com Adão e Eva, todas as tardes.

Leitor/a: Rubem Alves disse: “Eu acho que Deus, ao criar o universo, pensava numa única palavra: Jardim! Jardim é a imagem de beleza, harmonia, amor, felicidade. Se me fosse dado dizer uma última palavra, uma única palavra, Jardim seria a palavra que eu diria." Vamos louvar a Deus cantando um hino do Hinário que nos faz lembrar do Jardim:

Cântico: Jardim de Oração (Hinário...)

(Enquanto o hino é cantado, as crianças entram e vão colocando flores no altar, vasinhos e também brinquedos, representando suas ofertas a Deus)

Leitura Bíblica (por um/a adulto/a): Gênesis 2.4-17

Confissão

Leitor/a: Mas Deus continuou sonhando com seu Jardim. Rubem Alves escreve assim: “Percebi que a Bíblia Sagrada é um livro construído em torno de um jardim. Deus se cansou da imensidão dos céus e sonhou... Sonhou com um... jardim. Se estivesse feliz lá no céu, não teria se dado ao trabalho de plantar um jardim. A gente só cria quando aquilo que se tem não corresponde ao sonho. Todo ato de criação tem por objetivo realizar um sonho. E quando o sonho se realiza, vem a experiência de alegria. Nos textos de Gênesis está dito que, ao término do seu trabalho, Deus viu que tudo era muito bom. O mais alto sonho de Deus é um jardim.”

Leitor/a: Mas acontece que o ser humano desobedeceu ao mandamento de Deus. Tornou-se egoísta e, desta forma, destruiu a beleza do Jardim, deixou de apreciar a vida que Deus tinha lhe dado... Por isso há hoje crianças que estão abandonadas, sozinhas, que sofrem, que não podem brincar, que não têm família. Todos os dias, acontecem coisas que querem roubar a nossa alegria...

Teatro: Ladrão de alegria

Leitura (por um jovem): Zacarias 8.4-6

Leitura (por um juvenil): Isaías 11.6-9

Leitura (pelo/a pastor/a): Apocalipse 21.1-4

Leitor/a: Deus promete perdão e restauração para a vida de todas as pessoas. As crianças de nossa comunidade, de nossa cidade e do mundo inteiro são os frutos das promessas de Deus. E hoje elas vão proclamar o perdão de Deus sobre nós, dando-nos pequenos cartões floridos. (As crianças entram, vestidas de flores, abelhas e joaninhas, distribuindo cartões, enquanto passa no telão o vídeo “Somos um jardim” (Daniel de Souza) com fotos delas).

Louvor

Cântico das crianças (coord. Tia Jane)

Ministério de Louvor

Leitor/a: A primavera, com suas flores, alegria e cores, nos convida às atividades que fazem bem ao corpo e ao coração, como os esportes, por exemplo... E até nisso podemos louvar a Jesus, pela energia que Ele coloca nos corpos de nossas crianças, para sorrir, brincar, se divertir e prestar honra e louvor a Ele. Vamos acolher nossas crianças numa coreografia especial.

Coreografia infantil

Edificação

Mensagem: Pra. Hideide Brito Torres (A lagarta e a borboleta)

Coral


Bênção Final e Encerramento com oração especial pelas crianças
Hideide Brito Torres
Jornalista e teóloga formada pela Universidade Metodista de São Paulo. Mestre em comunicação pela Universidade Federal de Juiz de Fora

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Seis breves regras para os cristãos

Por Brownlow North (Bispo de Winchester, em 1781)

1. Nunca descuide da oração particular diária; e quando orar, recorde que Deus está presente e que Ele ouve as tuas orações (Hb 11;6).

2. Nunca descuide da leitura diária da Bíblia em sua privacidade, e quando lê-la recorde que Deus está te falando e que deves crêr e obedecer sobre o que Ele lhe diz. Creio que toda deficiência começa com o descuido destas duas regras (Jo 5:39).

3. Nunca deixe passar um dia sequer, sem ter a intenção de fazer algo para Jesus. Medite a cada noite sobre o que Jesus tem feito por você, e assim se pergunte: "o que estou fazendo por Ele?" (Mt 5:13-16).

4. Se você tem dúvida de se alguma coisa é boa ou má, vai até a sua casa, ajoelhe-se e peça a benção de Deus para esta coisa. Se não puder faze-lo, é má (Rm 14:23).

5. Nunca assimile o seu Cristianismo com os cristãos, nem argumente que porque estas ou aquelas pessoas fazem isto, ou aquilo, também lhe é permitido fazer (2 Co 10:12). O que tem que se perguntar é: "o que Cristo faria em meu lugar?", e em seguida esforce-se em obedecer (Jo 10:27).

6. Nunca faça caso do sentimento se este contradiz a Palavra de Deus. Pergunte-se: "pode ser verdadeiro o que sinto, se a Palavra de Deus é verdadeira?" E se ambos não podem ser verdadeiros, então acredite em Deus e aceite que o teu coração é enganoso (Rm 3:4; 1 Jo 5:10-11).

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Salvo pela gentileza


Conta-se uma história de um empregado em um frigorifico da Noruega.

Certo dia ao término do trabalho foi inspecionar a câmara frigorifica. Inexplicavelmente, a porta se fechou e ele ficou preso dentro da câmara. Bateu na porta com força, gritou por socorro, mas ninguém o ouviu, todos já haviam saído para suas casas e era impossível que alguém pudesse escutá-lo.

Já estava quase cinco horas preso, debilitado com a temperatura insuportável. De repente a porta se abriu e o vigia entrou na câmara e o resgatou com vida.

Depois de salvar a vida do homem, perguntaram ao vigia: Porque foi abrir a porta da câmara se isto não fazia parte da sua rotina de trabalho?

Ele explicou: Trabalho nesta empresa há 35 anos, centenas de empregados entram e saem aqui todos os dias e ele é o único que me cumprimenta ao chegar pela manhã e se despede de mim ao sair. Hoje pela manhã disse “Bom dia” quando chegou. Entretanto não se despediu de mim na hora da saída. Imaginei que poderia ter-lhe acontecido algo. Por isto o procurei e o encontrei.



Pergunta: Será que vc seria salvo????????

Um bom dia para vc!!


quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Águia e a Galinha

Um camponês criou um filhotinho de águia junto com as suas galinhas.

Tratava-o da mesma forma que as galinhas, de modo que ele pensasse que também era uma galinha.
Dava-lhe a mesma comida jogada no chão, a mesma água num bebedouro rente ao solo, e fazendo-o ciscar para complementar sua alimentação, como se fosse uma galinha.
E o filhotinho cresceu, virou uma águia, mas se portava como se galinha fosse.
Certo dia passou por sua casa um naturalista, que vendo a águia ciscando no chão, foi falar com o camponês: Isto não é uma galinha, é uma águia!
O camponês retrucou: Agora ela não é mais uma águia, mas uma galinha!
O naturalista disse: Não, uma águia será sempre uma águia. Vamos ver uma coisa... Levou-a para cima da casa do camponês e elevou-a nos braços e disse: Voa, você é uma águia, assuma a sua natureza!
Mas a águia não voou, e o camponês disse: Eu não falei que ela agora era uma galinha?!
 O naturalista disse: Amanhã faremos um novo teste. Veremos...
No dia seguinte, logo de manhã, eles subiram até o alto de uma montanha.
O naturalista levantou a águia e disse: Águia veja este horizonte, veja o sol lá em cima, e os campos verdes lá em baixo. Veja! Todas estas nuvens podem ser suas. Desperte para sua natureza, e voe como a águia que és...
A águia começou a ver tudo aquilo, e foi ficando maravilhada com a beleza das coisas que nunca tinha visto, apesar de um pouco confusa no inicio sem entender o porquê tinha ficado tanto tempo alienada.
Então ela sentiu seu sangue de águia correr nas veias, perfilou, devagar, suas asas e partiu num vôo lindo, até que desapareceu no horizonte azul.
Criam-se as pessoas como se galinhas fossem. Porém elas são águias.
Portanto, todos podemos voar, se quisermos.
Voe cada vez mais alto, não se contente com os grãos que lhe jogam para ciscar.
Quando ciscamos só enxergamos o chão. Com a visão totalmente limitada, perdemos a capacidade de enxergamos (reconhecermos) nossos lindos (infinitos) horizontes.
Nós somos águias, não temos que agir como galinhas, como consideram normal que a gente seja.
Pois com uma mentalidade de galinha fica mais fácil controlar as pessoas, elas abaixam a cabeça para tudo, com medo.
Medo porque não enxergam além do chão que as circunda.
Conduza sua vida de cabeça erguida, respeitando os outros, sim, mas sem medo de voar, de ser livre, nunca!

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

A Comunhão Anglicana - Províncias

Igreja Anglicana em, Nova Zelândia, Aotearoa e Polinésia
Igreja Anglicana da Austrália
Igreja de Bangladesh
Igreja Episcopal Anglicana do Brasil
Província da Igreja Episcopal de Burundi
Igreja Anglicana do Canadá
Igreja da Província da África Central
Igreja Anglicana da Região da América Central
Igreja Anglicana do Congo
Igreja da Inglaterra
Hong Kong Speng Kung Hui
Igreja da Província do Oceano Índico
Igreja da Irlanda
Nippon Sei Ko Kai. A Comunhão Anglicana no Japão
Igreja Episcopal em Jerusalém e no Oriente Médio
Igreja Anglicana do Quênia
Igreja Anglicana da Coréia
Igreja da Província da Melanésia
Igreja Anglicana do México
Igreja da Província de Myanmar (Birmânia)
Igreja da Nigéria (Comunhão Anglicana)
Igreja do Norte da Índia
Igreja do Paquistão
Igreja Anglicana da Papua Nova Guiné
Igreja Episcopal das Filipinas
Igreja Episcopal de Ruanda
Igreja Episcopal Escocesa
Igreja da Província do Sudeste Asiatico
Igreja da Província da África Setencional
Igreja Anglicana do Cone Sul da América
Igreja do Sul da Índia
Igreja Episcopal do Sudão
Igreja Anglicana da Tanzânia
Igreja da Província de Uganda
Igreja Episcopal nos EUA (Inclui dioceses d’além mar em Formosa, Haiti, Colômbia, Honduras, República Dominicana e Equador).
Igreja no País de Gales
Igreja da Província da África Ocidental
Igreja na Província das Índias Ocidentais

Dioceses Extra-Provinciais e outras Igrejas
Igreja Episcopal das Bermudas
Igreja do Ceilão (Sri Lanka)
Igreja Episcopal de Cuba
Igreja Lusitana Católica Apostólica Evangélica (Portugal)
Igreja Espanhola Reformada Episcopal (Espanha)
Ilhas Malvinas

Igrejas em Comunhão
Igreja Siria Mar Thomas
Igreja Vétero- Católica da União erm Uthech
Igreja Independente Filipina
A Igreja da China é uma igreja “pós-denominacional”, em cuja formação estão incluídos Anglicanos da Santa Igreja Católica da China.
Igrejas Anglicanas/Episcopais em certas regiões, estão em plena comunhão com algumas Igrejas Luteranas.

A Comunhão Anglicana - Nossa Fé


As igrejas anglicanas/episcopais sustentam e proclamam a fé católica e apostólica, proclamada nas Escrituras e interpretadas à luz da tradição e da razão. Os anglicanos, seguindo os ensinamentos de Jesus Cristo, estão empenhados na proclamação das boas novas do Evangelho para toda a criação. A nossa fé e o nosso ministério foram expressos no Livro de Oração Comum, o qual foi adaptado pelas igrejas locais, nos Serviços de Ordenação (o Ordinal) e no Quadrilátero de Chicago-Lamberth, colocado na primeira vez na Conferencia Missionária de Chicago em 1886 e revisado pela Conferência de Lamberth de 1888. O Quadrilátero especifica quatro elementos essenciais da fé cristâ:
1. As Escrituras Sagradas do Antigo e Novo Testamentos como “contendo todas as coisas necessárias à salvação” e como sendo regra e o padrão fundamental da fé.
2. O Credo dos apóstolos, como símbolo batismal; e o Credo Niceno como a declaração suficiente da fé cristã.
3. Os dois Sacramentos ordenados pelo próprio Cristo o Batismo e a Ceia do Senhor ministrados infalivelmente como uso das palavras instituídas por Cristo e com os elementos ordenados por Ele.
4. O Episcopado Histórico, adaptado localmente quanto aos métodos de sua administração às diferentes necessidades dos povos e nações chamados por Deus na unidade de Sua Igreja.

Um ponto central na adoração anglicana é a celebração da Eucaristia (também chamada de Santa Comunhão, Ceia do Senhor ou Santa Missa). Nessa oferta de adoração e louvor a vida, a morte, a ressurreição e a ascensão de Jesus Cristo são tornadas realidade presente através da proclamação da Palavra e da celebração do Sacramento. Os anglicanos celebram o Sacramento do Batismo com água em nome da Trindade como um rito de entrada na Igreja Cristã e celebram outros ritos sacramentais como a Confirmação, a Reconciliação, o Casamento, a Unção dos Enfermos e a Ordenação.
A oração comum é um ponto central no anglicanismo. Os seus estilos podem variar do simples para o elaborado, do evangélico, do carismático ao tradicional. Os vários Livros de Oração Comum monstram a expressão da grande abrangência que se encontra nas suas igrejas, como que apontando para um caminho do meio em relação às outras tradições cristãs.

As Nossas Igrejas
O anglicanismo remonta às antigas igrejas célticas e saxônicas das Ilhas Britânicas e formou uma identidade própria na Reforma dos séculos XVI e XVII, quando a Igreja da Inglaterra passou a existir de modo separado, assim como a Igreja da Irlanda e a Igreja Episcopal Escocesa. Uma Igreja Episcopal autônoma foi fundada nos Estados Unidos na época da Revolução Americana e outras Igrejas Episcopais e Anglicanas foram depois fundadas por todo o mundo por meio dos movimentos missionários nos séculos XVIII e XIX. Muitas delas se tornaram autônomas ainda nos séculos XIX e XX. As Igrejas Unidas, no sul da Ásia, que tiveram origem na união de tradições anglicanas e protestantes, também se juntaram a Comunhão Anglicana, assim como várias outras Igrejas, como a Igreja Reformada Episcopal Espanhola e a Igreja Lusitana de Portugal.
Hoje em dia a família Anglicana Episcopal consiste em cerca de 78 milhões de cristãos, membros de 44 Igrejas diferentes. Formam 34 províncias, 4 Igrejas Unidas e 6 outras Igrejas por todo o mundo.

Os instrumentos da Comunhão
As Igrejas da Comunhão Anglicanas são unidas por lações de afeição e lealdade comum, expressadas por meio de ligações com os “Instrumentos de Comunhão” o Arcebispo de Cantuária como sendo o ponto central da unidade, a conferência de Lamberth, o Encontro dos Primazes e o Conselho Consultivo Anglicano.

O Arcebispo de Cantuária
Todas as igrejas estão em plena comunhão com a Sé de Cantuária, na Igreja da Inglaterra e desse modo, o Arcebispo de Cantuária, a sua pessoa e o seu ministério, é o ponto central característico da unidade anglicana. Ele convoca a Conferência de Lamberth e o Encontro dos Primazes e é o presidente do Conselho Consultivo Anglicano. Sua graça Reverendíssima Roman Willian é o 104º Arcebispo de Cantuária na sucessão de Santo Agostinho e foi entronado em fevereiro de 2003.

A Conferência de Lamberth
Aproximadamente a cada 10 anos o Arcebispo de Cantuária convida os bispos da Comunhão Anglicana a se unirem a ele em oração, estudo e discernimento.

O Encontro dos Primazes
Desde 1979 o Arcebispo de Cantuária tem convidado os primazes (bispo, arcebispo ou moderador na presidência) de todas as 38 províncias a se unirem a ele em encontros periódicos para consultas, orações e reflexões sobre questões teológicas, sociais e internacionais. Esses encontros ocorrem a cada 18 a 24 meses.

O Conselho Consultivo Anglicano
Em 1968 os bispos na Conferência de Lamberth solicitaram a criação de uma entidade representativa de todas as seções das igrejas (bispos, clero e leigos), a qual poderia coordenar partes do trabalho ecumênico e missionário anglicano internacional. O Conselho Consultivo Anglicano foi estabelecido com o consentimento dos corpos legislativos de todas as províncias e desde então tem mantido encontros regulares.

O Escritório da Comunhão Anglicana
Existe um secretariado permanente em Londres sempre à disposição dos Instrumentos da Comunhão. O secretariado é responsável pela organização de todos os encontros dos instrumentos conciliares da Comunhão, bem como das Comissões e Redes de Comunhão. Os recursos financeiros provem do orçamento Inter anglicano, o qual é financiado por todas as igrejas membros, de acordo com as suas possibilidades. Elas também são convidadas a contribuir para projetos especiais, tais como o Fundo de Emergências Pessoais e o Chamado para O Natal Mundial Anglicano Episcopal.
O ECA está localizado na Saint Andrew’s House em Londres, sob a direção do Secretário Geral, a Saint Andrew’s House dispõe de uma pequena quantidade de quartos que servem de acomodação para peregrinos e visitantes.

Comunicações
O ECA publica o Anglican Episcopal World. É uma revista periódica que contém artigos e notícias de toda a Comunhão, sendo produzida no modo impresso e na página da Comunhão Anglicana na Internet. Atualizações do Ciclo Anglicano de Orações (intenções diárias para a Comunhão) podem ser encontradas na revista e na página da internet.