quinta-feira, 13 de outubro de 2011

lagarta e a borboleta (uma história para o culto infantil)

Esá história pode ser usado para o culto de criança, postado neste blog de Autoria de Hideide Brito Torres



Autoria - Hideide Brito Torres - Teóloga e Jornalista Metodista - Minas Gerais
Era uma vez uma lagarta que vivia no jardim de Deus. Ela era muito bonita, pois as lagartas têm muitas cores vibrantes e se destacam na multidão. Verdade que existe quem não goste delas, mas como Deus tem gosto pra tudo, tem muita gente que gosta... Existem até pessoas que passam a vida toda investigando a vida toda das lagartas... Pois é... Essa lagarta da minha história vivia feliz no jardim. Ele era grande, tinha flores e folhas de todo o jeito que as lagartas gostam. Se ela quisesse uma folhinha crocante, podia escolher uma no alto das flores mais alegres, que tivesse tomado bastante sol e estivesse mais torradinha... Se ela quisesse uma coisa mais tenra, poderia comer um brotinho oculto sob um caule, escondidinho do sol, verde como uma manhã de primavera... A lagarta era feliz. Mas ela tinha um problema. Um problema de gente humana.... Ela começou a pensar demais (isso não faz bem pra ninguém, especialmente se começamos a pensar bobagem! Pensamento é bom, mas pode ser perigoso... a gente tem que levar sempre para o lado bom, senão...) Pois a nossa lagartinha começou a pensar que ela talvez não fosse nem tão feliz, nem tão bonita... Ela olhou para si mesma e pensou: Meu Deus, estou muito gorducha... Preciso afinar minha cintura... mas onde mesmo fica a minha cintura? Ela olhou para aquele seu bando de perninhas, que a faziam deslizar gentilmente pelas folhas e começou a pensar que elas eram peludas demais, curtinhas demais... E nem ao menos ela tinha um aparelho de barbear velho para depilá-las!!! Alguém comentou que o tom de verde de sua pele estava meio pálido, e ela logo imaginou como seria maravilhoso ser como o camaleão da esquina, que estava sempre tão fashion...
Ela, que era feliz, começou a desfelicizar-se... pra quem não sabe, este é um terrível processo de entristecer-se! Alguém desfeliz não é apenas alguém triste, mas alguém que era feliz e agora não é mais! É uma perda terrível! O problema de desfelicizar-se é que a gente vai ficando menor... menor... Foi o que aconteceu à lagarta... Ela começou a se encolher e a enrolar-se. Deixou de olhar para cima, de ver o céu azul, as flores coloridas. Deixou de viver aventuras pelo jardim. Não se importava mais com nada, nem com o sabiá, de quem gostava de ouvir o canto. E em volta dela começou tudo a ficar mais seco, mais duro... Era um casulo surgindo. Ela nem percebeu que parou de conversar, de andar. Nem reparou que os amigos falavam e ela não conseguia ouvir. Ela até achou bom, porque, afinal de contas, não queria mesmo ver ninguém. Era bom que ninguém pudesse entrar no seu casulo de desfelicidade. Era melhor assim...
Mas o problema do casulo é esse. Ninguém pode entrar, mas a gente também não pode sair! Ela ficou presa lá dentro, com sua tristeza... Tem gente que entra nesses casulos e nunca mais sai. Morre sequinho de tristeza, de raiva, de falta de perdão. No seu casulo, fica com pena de si mesmo e esquece de todo o colorido que há no jardim que Deus fez para nós. Esquece que um dia já riu, já viu beija-flor, já cheirou uma rosa, já feriu o dedo no espinho (e sarou!). Acha que no casulo tudo vai ficar bem, mas quando percebe, está sozinho no escuro!
Um dia, nossa lagarta, porém, começou a ouvir o canto do amigo sabiá. O sol bateu no casulo e aqueceu, mas ela não podia ver os raios dourados, nem embebedar-se do dourado batendo suavemente nas folhas orvalhadas... Ela sentiu saudades de tudo o que tinha vivido. E quis sair... mas estava tão apertado!
A lagarta sentiu-se sem forças, mas, devagarzinho, continuou tentando... O Criador olhou do céu para a lagarta dentro de seu casulo. Ele entendera tudo o que ela tinha vivido. Ele compreendia sua solidão. Mas agora, era preciso que ela realmente quisesse se libertar. De nada adiantaria Ele apressar-Se e tirá-la, se ela, de si mesma, não se sentisse pronta para sair. Por isso, o Criador enviou um vento refrescante que bateu na folha acima do casulo. Uma gota de chuva escorreu, fria e revigorante, sobre o casulo. O Criador soprou sua força em torno da lagarta que se movia, devagar, devagar...
De repente, o casulo se rompeu! A lagarta esticou suas perninhas curtas e peludas... mas, oh! Não eram mais curtas, nem peludas, mas longas e finas... Ela remexeu o corpo gorducho, mas, que diferença! Havia uma cinturinha fina... E asas! Parecia maravilhoso poder ver o jardim de um ângulo tão diferente... Ela explorou um mundo novo de possibilidades e sentiu-se refelicizar-se por ter tido a coragem de sair do casulo e experimentar uma nova vida! O jardim era o mesmo, as folhas e flores eram as mesmas... o jardineiro era o mesmo. Mas ela estava diferente. E por ter mudado, tudo mudou!
Mas sabe o que mais me espanta em tudo isso? É que às vezes, as coisas ruins que acontecem em nossa vida podem nos fazer mudar. Tem gente que, como a lagarta, vira borboleta e sai do casulo. Tem gente que nunca sai. Tudo depende de como vemos as coisas difíceis da vida e como permitimos que o Criador nos ajude a enfrentá-las. A mudança até que foi boa para a lagarta. Talvez, necessária. Mas o Criador, em sua sabedoria, a amou desde o momento em que era lagarta. Ele a fez assim e a planejou. Havia um lugar para ela no jardim, como lagarta... Há vários jeitos de ser e de estar no mundo. Podemos mudar algumas vezes e isso pode ser maravilhoso. Mas não podemos nos esquecer de que o Criador, que lá de cima tudo vê e dentro de nosso coração tudo entende, nos ama do jeito que somos. Não precisamos sofrer ou entrar no casulo... Podemos viver grandes transformações sem que tenhamos de passar por grandes dores. Podemos aceitar o amor do Criador e viver intensamente a vida neste grande jardim que ele preparou.
Na verdade, somos mesmo suas largatinhas, seus vermezinhos (Isaías 41.14)... Mas ele sempre nos diz: Não tenha medo, eu te ajudo, eu te sustento na minha mão forte e segura... Confie em mim, eu amo muito, muito, muito você! Se acreditamos nisso, podemos viver de qualquer modo, em qualquer lugar, sob quaisquer circunstâncias e tudo sempre será maravilhoso. E um dia, ele, que faz novas todas as coisas, vai nos dar asas como borboletas para voarmos bem alto, para alcançar nossos sonhos... Ele pode fazer isso, acredite!


segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Culto de Criança

Tema: É primavera... e Deus plantou um jardim...

Adoração

Acolhida (feita por dois adolescentes)

Leitor/a: Queremos que a graça e a paz de Deus sejam com todos vocês. Nós estamos alegres por estar na casa do nosso Pai e queremos fazer um culto a Ele tão bonito, com as cores da primavera que Ele faz para nós, todos os anos...

Leitor/a: Abra seu coração nesta noite, pois Jesus falou que somente aquele que se tornar como uma criança pode entrar no Reino de Deus.

Leitor/a: Queremos cantar, orar e louvar com nossas crianças, lembrando que o mundo começou quando Deus fez um jardim e depois vinha passear nele, junto com Adão e Eva, todas as tardes.

Leitor/a: Rubem Alves disse: “Eu acho que Deus, ao criar o universo, pensava numa única palavra: Jardim! Jardim é a imagem de beleza, harmonia, amor, felicidade. Se me fosse dado dizer uma última palavra, uma única palavra, Jardim seria a palavra que eu diria." Vamos louvar a Deus cantando um hino do Hinário que nos faz lembrar do Jardim:

Cântico: Jardim de Oração (Hinário...)

(Enquanto o hino é cantado, as crianças entram e vão colocando flores no altar, vasinhos e também brinquedos, representando suas ofertas a Deus)

Leitura Bíblica (por um/a adulto/a): Gênesis 2.4-17

Confissão

Leitor/a: Mas Deus continuou sonhando com seu Jardim. Rubem Alves escreve assim: “Percebi que a Bíblia Sagrada é um livro construído em torno de um jardim. Deus se cansou da imensidão dos céus e sonhou... Sonhou com um... jardim. Se estivesse feliz lá no céu, não teria se dado ao trabalho de plantar um jardim. A gente só cria quando aquilo que se tem não corresponde ao sonho. Todo ato de criação tem por objetivo realizar um sonho. E quando o sonho se realiza, vem a experiência de alegria. Nos textos de Gênesis está dito que, ao término do seu trabalho, Deus viu que tudo era muito bom. O mais alto sonho de Deus é um jardim.”

Leitor/a: Mas acontece que o ser humano desobedeceu ao mandamento de Deus. Tornou-se egoísta e, desta forma, destruiu a beleza do Jardim, deixou de apreciar a vida que Deus tinha lhe dado... Por isso há hoje crianças que estão abandonadas, sozinhas, que sofrem, que não podem brincar, que não têm família. Todos os dias, acontecem coisas que querem roubar a nossa alegria...

Teatro: Ladrão de alegria

Leitura (por um jovem): Zacarias 8.4-6

Leitura (por um juvenil): Isaías 11.6-9

Leitura (pelo/a pastor/a): Apocalipse 21.1-4

Leitor/a: Deus promete perdão e restauração para a vida de todas as pessoas. As crianças de nossa comunidade, de nossa cidade e do mundo inteiro são os frutos das promessas de Deus. E hoje elas vão proclamar o perdão de Deus sobre nós, dando-nos pequenos cartões floridos. (As crianças entram, vestidas de flores, abelhas e joaninhas, distribuindo cartões, enquanto passa no telão o vídeo “Somos um jardim” (Daniel de Souza) com fotos delas).

Louvor

Cântico das crianças (coord. Tia Jane)

Ministério de Louvor

Leitor/a: A primavera, com suas flores, alegria e cores, nos convida às atividades que fazem bem ao corpo e ao coração, como os esportes, por exemplo... E até nisso podemos louvar a Jesus, pela energia que Ele coloca nos corpos de nossas crianças, para sorrir, brincar, se divertir e prestar honra e louvor a Ele. Vamos acolher nossas crianças numa coreografia especial.

Coreografia infantil

Edificação

Mensagem: Pra. Hideide Brito Torres (A lagarta e a borboleta)

Coral


Bênção Final e Encerramento com oração especial pelas crianças
Hideide Brito Torres
Jornalista e teóloga formada pela Universidade Metodista de São Paulo. Mestre em comunicação pela Universidade Federal de Juiz de Fora

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Seis breves regras para os cristãos

Por Brownlow North (Bispo de Winchester, em 1781)

1. Nunca descuide da oração particular diária; e quando orar, recorde que Deus está presente e que Ele ouve as tuas orações (Hb 11;6).

2. Nunca descuide da leitura diária da Bíblia em sua privacidade, e quando lê-la recorde que Deus está te falando e que deves crêr e obedecer sobre o que Ele lhe diz. Creio que toda deficiência começa com o descuido destas duas regras (Jo 5:39).

3. Nunca deixe passar um dia sequer, sem ter a intenção de fazer algo para Jesus. Medite a cada noite sobre o que Jesus tem feito por você, e assim se pergunte: "o que estou fazendo por Ele?" (Mt 5:13-16).

4. Se você tem dúvida de se alguma coisa é boa ou má, vai até a sua casa, ajoelhe-se e peça a benção de Deus para esta coisa. Se não puder faze-lo, é má (Rm 14:23).

5. Nunca assimile o seu Cristianismo com os cristãos, nem argumente que porque estas ou aquelas pessoas fazem isto, ou aquilo, também lhe é permitido fazer (2 Co 10:12). O que tem que se perguntar é: "o que Cristo faria em meu lugar?", e em seguida esforce-se em obedecer (Jo 10:27).

6. Nunca faça caso do sentimento se este contradiz a Palavra de Deus. Pergunte-se: "pode ser verdadeiro o que sinto, se a Palavra de Deus é verdadeira?" E se ambos não podem ser verdadeiros, então acredite em Deus e aceite que o teu coração é enganoso (Rm 3:4; 1 Jo 5:10-11).

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Salvo pela gentileza


Conta-se uma história de um empregado em um frigorifico da Noruega.

Certo dia ao término do trabalho foi inspecionar a câmara frigorifica. Inexplicavelmente, a porta se fechou e ele ficou preso dentro da câmara. Bateu na porta com força, gritou por socorro, mas ninguém o ouviu, todos já haviam saído para suas casas e era impossível que alguém pudesse escutá-lo.

Já estava quase cinco horas preso, debilitado com a temperatura insuportável. De repente a porta se abriu e o vigia entrou na câmara e o resgatou com vida.

Depois de salvar a vida do homem, perguntaram ao vigia: Porque foi abrir a porta da câmara se isto não fazia parte da sua rotina de trabalho?

Ele explicou: Trabalho nesta empresa há 35 anos, centenas de empregados entram e saem aqui todos os dias e ele é o único que me cumprimenta ao chegar pela manhã e se despede de mim ao sair. Hoje pela manhã disse “Bom dia” quando chegou. Entretanto não se despediu de mim na hora da saída. Imaginei que poderia ter-lhe acontecido algo. Por isto o procurei e o encontrei.



Pergunta: Será que vc seria salvo????????

Um bom dia para vc!!


quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Águia e a Galinha

Um camponês criou um filhotinho de águia junto com as suas galinhas.

Tratava-o da mesma forma que as galinhas, de modo que ele pensasse que também era uma galinha.
Dava-lhe a mesma comida jogada no chão, a mesma água num bebedouro rente ao solo, e fazendo-o ciscar para complementar sua alimentação, como se fosse uma galinha.
E o filhotinho cresceu, virou uma águia, mas se portava como se galinha fosse.
Certo dia passou por sua casa um naturalista, que vendo a águia ciscando no chão, foi falar com o camponês: Isto não é uma galinha, é uma águia!
O camponês retrucou: Agora ela não é mais uma águia, mas uma galinha!
O naturalista disse: Não, uma águia será sempre uma águia. Vamos ver uma coisa... Levou-a para cima da casa do camponês e elevou-a nos braços e disse: Voa, você é uma águia, assuma a sua natureza!
Mas a águia não voou, e o camponês disse: Eu não falei que ela agora era uma galinha?!
 O naturalista disse: Amanhã faremos um novo teste. Veremos...
No dia seguinte, logo de manhã, eles subiram até o alto de uma montanha.
O naturalista levantou a águia e disse: Águia veja este horizonte, veja o sol lá em cima, e os campos verdes lá em baixo. Veja! Todas estas nuvens podem ser suas. Desperte para sua natureza, e voe como a águia que és...
A águia começou a ver tudo aquilo, e foi ficando maravilhada com a beleza das coisas que nunca tinha visto, apesar de um pouco confusa no inicio sem entender o porquê tinha ficado tanto tempo alienada.
Então ela sentiu seu sangue de águia correr nas veias, perfilou, devagar, suas asas e partiu num vôo lindo, até que desapareceu no horizonte azul.
Criam-se as pessoas como se galinhas fossem. Porém elas são águias.
Portanto, todos podemos voar, se quisermos.
Voe cada vez mais alto, não se contente com os grãos que lhe jogam para ciscar.
Quando ciscamos só enxergamos o chão. Com a visão totalmente limitada, perdemos a capacidade de enxergamos (reconhecermos) nossos lindos (infinitos) horizontes.
Nós somos águias, não temos que agir como galinhas, como consideram normal que a gente seja.
Pois com uma mentalidade de galinha fica mais fácil controlar as pessoas, elas abaixam a cabeça para tudo, com medo.
Medo porque não enxergam além do chão que as circunda.
Conduza sua vida de cabeça erguida, respeitando os outros, sim, mas sem medo de voar, de ser livre, nunca!

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

A Comunhão Anglicana - Províncias

Igreja Anglicana em, Nova Zelândia, Aotearoa e Polinésia
Igreja Anglicana da Austrália
Igreja de Bangladesh
Igreja Episcopal Anglicana do Brasil
Província da Igreja Episcopal de Burundi
Igreja Anglicana do Canadá
Igreja da Província da África Central
Igreja Anglicana da Região da América Central
Igreja Anglicana do Congo
Igreja da Inglaterra
Hong Kong Speng Kung Hui
Igreja da Província do Oceano Índico
Igreja da Irlanda
Nippon Sei Ko Kai. A Comunhão Anglicana no Japão
Igreja Episcopal em Jerusalém e no Oriente Médio
Igreja Anglicana do Quênia
Igreja Anglicana da Coréia
Igreja da Província da Melanésia
Igreja Anglicana do México
Igreja da Província de Myanmar (Birmânia)
Igreja da Nigéria (Comunhão Anglicana)
Igreja do Norte da Índia
Igreja do Paquistão
Igreja Anglicana da Papua Nova Guiné
Igreja Episcopal das Filipinas
Igreja Episcopal de Ruanda
Igreja Episcopal Escocesa
Igreja da Província do Sudeste Asiatico
Igreja da Província da África Setencional
Igreja Anglicana do Cone Sul da América
Igreja do Sul da Índia
Igreja Episcopal do Sudão
Igreja Anglicana da Tanzânia
Igreja da Província de Uganda
Igreja Episcopal nos EUA (Inclui dioceses d’além mar em Formosa, Haiti, Colômbia, Honduras, República Dominicana e Equador).
Igreja no País de Gales
Igreja da Província da África Ocidental
Igreja na Província das Índias Ocidentais

Dioceses Extra-Provinciais e outras Igrejas
Igreja Episcopal das Bermudas
Igreja do Ceilão (Sri Lanka)
Igreja Episcopal de Cuba
Igreja Lusitana Católica Apostólica Evangélica (Portugal)
Igreja Espanhola Reformada Episcopal (Espanha)
Ilhas Malvinas

Igrejas em Comunhão
Igreja Siria Mar Thomas
Igreja Vétero- Católica da União erm Uthech
Igreja Independente Filipina
A Igreja da China é uma igreja “pós-denominacional”, em cuja formação estão incluídos Anglicanos da Santa Igreja Católica da China.
Igrejas Anglicanas/Episcopais em certas regiões, estão em plena comunhão com algumas Igrejas Luteranas.