terça-feira, 20 de março de 2012
Primeiro Domingo do Advento - A vela dos profetas
Oração: Deus nosso Pai, ao começar este Advento, queremos acender a primeira vela desta coroa. É um sinal da luz que ilumina a nossa esperança. Queremos que esta vela seja um sinal do nosso permanecer desperto e com os olhos do coração abertos para ler os sinais e vestígios da tua vinda e da tua presença entre nós. Que não deixemos de ver nada do que nos fala de ti. Que não percamos nunca a sensibilidade para sintonizar onde quer que estejas.
quarta-feira, 7 de março de 2012
Como preparar sermões expositivos: Desenvolvendo o tema
Por John Stott
Havia um pastor episcopal que era muito preguiçoso e há muito tempo havia desistido de preparar os seus sermões. Sua congregação era de pessoas de pouca cultura. Ele tinha o dom da oratória, de modo que era muito fácil para ele pregar sem qualquer preparação. Além de preguiçoso, ele também era muito piedoso, de modo que racionalizava sua preguiça como muitas vezes os piedosos fazem. Ele fez um voto muito solene: jamais voltaria a preparar os seus sermões, falaria de improviso e confiaria que o Espírito Santo lhe daria o que falar. Por alguns meses, tudo correu muito vem. Certo dia, faltando 10 para as 11 horas da manhã de domingo, um pouco antes do culto começar, quem entra pela porta da igreja? O bispo. Era uma visita de surpresa. Ele sentou-se num dos bancos. O pastor ficou imaginando o que deveria fazer. Não havia preparado o seu sermão. Pensou que podia enganar a congregação, mas sabia que não conseguiria enganar o visitante. Ele foi até ao bispo, cumprimentou-o e lhe disse: “Acho que devo explicar-lhe uma coisa: alguns anos atrás eu fiz um voto de que nunca iria preparar os meus sermões, mas confiaria no Espírito Santo”. “Está tudo bem”, disse o bispo, compreendo muito bem a situação. O culto começou, mas no meio do sermão, o bispo levantou-se e saiu. Quando o culto terminou, o pastor foi para o vestíbulo da igreja. Encontrou sobre a mesa um bilhete e nele estava escrito o seguinte: “eu te absolvo do teu voto”.
Agora quero contar-lhes outra história, esta vez de um pastor presbiteriano arrogante. Este pastor morava ao lado da igreja. Ele costumava vangloriar-se de que todo o tempo que precisava para se preparar era o tampo que gastava em ir de casa para a igreja Você pode imaginar o que os presbíteros fizeram. Mudaram a casa a 8 km de distância. Assim, ele tinha mais tempo para prepara os sermões.
Agora, para os batistas eu queria citar o caso de Spurgeon ter como hábito vir ao púlpito despreparado. Dizer isso de Spurgeon seria um erro imperdoável! Espero que concordem comigo que temos que preparar nossos sermões. Como fazer isto? É uma questão muito subjetiva. Não há maneira única de preparar sermões. Cada pastor tem que fabricar o seu próprio método. Seria um erro simplesmente copiar um do outro. No entanto, penso que a maioria passa por 5 estágios na preparação depois de ter escolhido o texto. E sobre esses que quero falar-lhes: Vamos partir do princípio de que você já tenha escolhido o texto.
1º estágio - Meditar sobre o Texto
É necessário ler e reler o texto bíblico. Depois tem que lê-lo e relê-lo mais uma vez É preciso fazê-lo girar em sua mente, vez após vez. É necessário ruminá-lo como o animal bovino rumina o capim. Sugá-lo como o beija-flor. Chupá-lo como uma criança chupa uma laranja, até que não haja mais nada para tirar dela. É preciso preocupar-se com o texto como um cachorro preocupa-se com o seu osso. Essas são algumas metáforas que mostram como você pode envolver-se com o texto.
Talvez você esteja se perguntando: o que significa a palavra meditar? Acho que é uma combinação de estudo e oração. Gosto de passar o tempo de meditação ajoelhado, com a Bíblia aberta à minha frente, não porque eu adore a Bíblia, mas porque adoro o Deus da Bíblia. A posição de estar de joelhos é uma posição de humilde expectativa. À medida que eu estudo aquele texto, usando a mente que Deus me deu, estou clamando ao Espírito Santo por iluminação. Meditação é estudo regado com oração.
Conheço pastores que são grandes estudantes. Precisavam ver as suas bibliotecas. As paredes estão cobertas de livros. E sobre suas mesas há pilhas e pilhas de comentários, de dicionários e de chaves bíblicas. Parecem estar sempre afogados em livros. Eu admiro seu estudo, mas eles não oram muito.
Eu conheço pastores que cometem o erro oposto. São grandes homens de oração, mas não estudam muito. Vamos manter juntos estudo e oração. 2 Timóteo 2:1 é um grande texto. Paulo escreve: “Considera o que digo, porque Deus te dará compreensão em todas as coisas”. Nós fazemos a nossa parte, que é estudar ou considerar, e Deus dá o entendimento. Não devemos separar aquilo que Deus uniu.
Enquanto você medita, é bom fazer perguntas a si mesmo. Pergunte-se: “O que o testo quer dizer?” “O que o texto diz?”. Na primeira, você está tratando do significado do texto e, em segundo lugar, você estará tratando da mensagem do texto para o dia de hoje. Precisamos perguntá-las na hora certa. Muitos pastores estão tão ansiosos em conseguir uma mensagem para hoje, que não se disciplinam em descobrir o significado do texto, e não chegam a descobrir a sua mensagem para os dias de hoje. Precisamos manter os dois juntos, em equilíbrio.
Não posso falar agora sobre interpretação bíblica, mas quero dar-lhes um princípio básico. Foi enunciado por um homem chamado E. D. Hitsch. Seu livro é chamado Validade na Interpretação. Nesse livro ele não trata apenas de interpretação bíblica. Os princípios são os mesmos quando você interpreta qualquer documento. Pode ser um documento literário, um documento legal ou um documento bíblico. O grande princípio é o seguinte: O texto quer dizer aquilo que seu autor quis dizer. Portanto, a pergunta é “o que o autor quis comunicar quando ele escreveu?” Devemos pensar sobre as palavras e o que elas significam quando ele as usou. Não podemos interpretar até ouvirmos o que o autor quis dizer com suas palavras. Eu lhes imploro que não omitam esse estágio da sua preparação. É uma disciplina essencial para cada um de nós. Mas também não podemos parar aí.
Uma vez entendido o significado do texto, vamos descobrir o que ele diz para nós hoje. Podemos pensar sobre as pessoas em nossa congregação e nos perguntar: “o que o texto tem a dizer para eles?” Nesses dois estágios não há qualquer substituto para o tempo. Dê a si mesmo tempo para meditar. Não corra para pegar os comentários cedo demais. Faça a sua meditação própria, com a Bíblia aberta, de joelhos usando a iluminação do Espírito, usando a sua mente. Durante todo esse tempo vá escrevendo seus pensamentos. Não precisa haver uma ordem particular para isso. Qualquer pensamento que venha à sua mente é digno de ser escrito. Aqui chegamos, então, ao segundo estágio.
2º estágio – Isole o Pensamento Dominante
Todo texto tem um tema principal. Devemos meditar sobre ele até que esse princípio central surja. Qual é a ênfase principal da Palavra de Deus nesta passagem?o que Deus está dizendo neste texto. Nosso dever é meditar e orar para penetrarmos nesse texto; até que ele passe a controlar e nossa mente e a colocar em fogo nosso coração; e até que nos tornemos servos do texto. Alguns pregadores não são servos, mas senhores do texto. Eles torcem e manipulam o texto a modo a fazê-lo dizer o que eles querem. Temos que nos arrepender quando fazemos isso com a Palavra de Deus. Devemos permitir que a Palavra de Deus nos controle e não controlar a palavra de Deus.
3º estágio - Prepare o Material para Ajudar o Pensamento Dominante
Há duas coisas que vão ajudar nisto. A primeira é negativa e a segunda positiva. Em primeiro lugar, seja impiedoso em rejeitar o que é irrelevante. O que temos diante de nós até agora é uma porção de idéias que, sem pensar, nós escrevemos e aqueles pensamentos dominantes que já deixamos bem claros. Temos agora que colocar em ordem todo esse material de modo que ele se subordine e siga o pensamento dominante. Muitos de nós achamos essa tarefa muito difícil. Talvez tenhamos idéias cintilantes, talvez tivemos pensamentos abençoados que anotamos no papel e queremos arrastá-los para o sermão de qualquer maneira. Não o faça! Tenha a coragem de deixá-los de lado. Eles se tornarão úteis em alguma outra ocasião. Mas se eles agora não servem ao pensamento dominante, deixe-os fora. Isso exige grande determinação mental. Em segundo lugar, devemos subordinar o material de modo que ele sirva ao tema.
Isso me leva a dizer algo sobre estrutura, palavras e ilustrações. Todo sermão tem que ter uma estrutura. Muitos pregadores é claro, têm três pontos! É possível ter apenas dois, ou quatro, ou até mesmo cinco como acontece comigo hoje à noite. Mas é impressionante a freqüência com que nós voltamos aos três pontos. Há uma condição que é essencial para uma boa estrutura: Ela deve ser natural e não artificial.
Alguns de vocês já devem ter ouvido falar de Alexander Maclaren. Foi um grande pastor batista na Inglaterra no século passado. Algumas de suas exposições da Bíblia ainda são impressas hoje. Ele era especialista nesta estrutura natural. Os amigos costumavam dizer que ele guardava algo em seu bolso. Era um pequeno martelo dourado. Com esse martelo dourado ele batia sobre o texto. À medida que ele batia sobre o texto, esse se abria nas suas divisões naturais. E disto que todos nós precisamos: um martelo dourado. Mudando a metáfora, as divisões do texto têm que se abrir como as pétalas de uma rosa abrindo-se ao sol. É importante que dividamos a Palavra de Deus naturalmente, não impondo uma estrutura artificial sobre o texto.
As palavras também são extremamente importantes. Todos percebemos isso quando temos que mandar um telegrama. Temos apenas 12 ou 15 palavras e passamos muito tempo preparando a nossa mensagem de modo que nossas palavras não sejam mal entendidas. Cremos que Deus se deu tempo ao mesmo trabalho. Creio na inspiração verbal da Bíblia, ou seja, que a inspiração se estendeu às mesmas palavras que Deus escreveu. Se as palavras foram tão importantes para Deus, tem que ser importantes para nós. Não estou sugerindo aqui que leiamos os nossos sermões. Creio, porém, que é uma boa disciplina na nossa preparação, que escolhamos bem as palavras que vamos usar para expressar os nossos pensamentos. Além de exatas, as palavras que têm que ser simples. Não tem sentido falar como se tivéssemos engolido um dicionário. Vamos ser simples no nosso palavreado e também vívidos de modo que as palavras transmitam uma imagem mental às pessoas que estão ouvindo. Quero particularmente exortar os pregadores mais jovens a levarem bastante tempo escrevendo e preparando o sermão. Só depois de termos feito isso durante 5 ou 10 anos é que vamos aprender a colocar os nossos pensamentos em palavras claras.
Agora, as ilustrações. Eu sei que uma das minhas fraquezas na área da pregação é que não uso
Ilustrações suficientes. A mesma coisa acontece com meus livros. Depois que um dos meus livros havia sido publicado, um amigo me escreveu profundamente crítico quanto àquele meu livro que tinha tão poucas ilustrações: “Seu livro é como uma casa sem janelas; é como um bolo sem frutas”. Achei que as observações do meu amigo foram muito rudes, mas, infelizmente, eram bem exatas, Por isso todos nós precisamos ilustrações. Qual o propósito de uma ilustração? É tornar concreto o que é abstrato.
Alguns minutos atrás eu lhes falava sobre meditação. Meditação é uma palavra abstrata. Muitas pessoas nem sabem o que é meditação, de modo que eu tentei torná-la uma palavra concreta. Eu lhes dei quatro imagens sob forma de palavras. Devemos ruminar o texto, como uma vaca rumina o capim. Penetrá-lo, como um beija-flor penetra a flor, do beija-flor para a criança, da criança para o cachorro. Cada uma dessas coisas era uma imagem em sua mente. Eu usei essas ilustrações deliberadamente, a fim de transformar o que era abstrato em algo concreto. Há um provérbio oriental que explica isso: “eloqüente é aquele que consegue transformar o ouvido em olho, de modo que os seus ouvidos possam ver aquilo que ele fala”. Portanto, temos que usar a nossa imaginação, para que as pessoas vejam o nosso pensamento.
COMO PREPARAR SERMÕES EXPOSITIVOS: DANDO OS TOQUES FINAIS
4° estágio - Adicionar uma Introdução e uma Conclusão
Penso que devemos começar nossa preparação pelo corpo do sermão. Somente depois devemos preocupar-nos com a introdução e a conclusão.
A introdução tem dois propósitos principais. Um é o de provocar o interesse das pessoas de modo a impedir que elas caiam no sono. O segundo é introduzir o tema da mensagem. É muito fácil fazer uma dessas duas coisas sem a outra. É bem fácil provocar o interesse das pessoas. Você pode contar uma piada ou uma história. As pessoas ficam na ponta do banco, ouvindo com toda atenção. Mas logo depois você perde essa atenção, porque não a leva em direção à mensagem. Também é possível fazer o oposto. A introdução pode de fato introduzir o tema, mas de maneira tão maçante que logo de saída, antes mesmo de começar, perdemos o interesse das pessoas. Então, uma introdução boa faz estas duas coisas provoca um interesse e prende a atenção.
Eu tenho uma sugestão em como fazer isso. Vocês conhecem a maneira tradicional dos evangélicos começarem um sermão: “Meu texto esta manhã é Eclesiastes 4:8”. Vocês podem até ver as pessoas virando o botão para desligar: você quase pode ouvir o clique e em toda igreja o pessoal já está começando a dormir. Há valor em começar o seu sermão assim. Às vezes, ainda faço assim, abrimos a Bíblia e estamos mostrando ao povo qual nossa fonte de autoridade. Vamos pregar a Palavra de Deus e não as nossas próprias especulações. E aí está o valor de começar com o texto, mas quando é com muita freqüência você faz com que o interesse das pessoas se perca.
Muitas vezes é bom começar situacionalmente em vez de textualmente. Comece onde seu povo está, não aonde você quer que as Escrituras o levem. Suponhamos que você é pastor na Guatemala depois daquele terremoto e você tenha decidido pregar sobre o amor de Deus e como ainda podemos crer que Deus é amor a despeito dos terremotos. Suponha então que o seu texto vai ser Romanos 5:8: “Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores”. O pensamento dominante deste texto é claro. A cruz de Cristo é a prova do Amor de Deus.
Você vai exortar o povo a pensar naquela calamidade à luz do que aconteceu no Calvário. Como fazer uma introdução para tal sermão? Você poderia começar: “o texto nesta manhã é Romanos 5:8”. Você poderia também começar situacionalmente. Poderia dizer algo assim:“Todos nós viemos à igreja hoje com o coração ensangüentado. Não há nenhum de nós aqui que não tenha perdido um parente neste terremoto terrível. Não há apenas tristeza em nosso coração; há também perguntas em nossas mentes. Como é que Deus permite que tais catástrofes aconteçam? Podemos ainda crer que Deus nos ama? Que prova existe do amor de Deus?”.
Quando você começa desta maneira, todo mundo está ouvindo, o interesse já foi despertado. Eles querem saber as respostas às perguntas. “Podemos, afinal, saber que Deus nos ama? Sim, podemos. Abra a sua Bíblia em...”. E aí levamos o povo até o texto. Começamos com a situação e não com o texto. Não estou sugerido que sempre façamos isto. Mas, às vezes, é muito eficaz.
Da introdução eu passo à conclusão. Conclusão não é um sinônimo de recapitulação. Talvez você já saiba como um certo pregador explicou o que fazia na pregação: “Em primeiro lugar, eu digo ao povo aquilo que vou pregar a ele, depois eu digo a eles o que tenho a lhes dizer e, em terceiro lugar, digo a eles o que lhes disse”. Desta maneira ele acabou dizendo três vezes a mesma coisa. É uma boa idéia porque a memória das pessoas é muito curta e temos que martelar a mensagem, repetida até que eles entendam. Você tem à sua frente uma tábua e está colocando um prego nela. Talvez você consiga fazer o prego penetrar totalmente com uma única martelada. Mas é possível que você quebre o seu polegar. Seria bom fazer isso com várias marteladas. Essas são as marteladas da repetição. Você pode tentar fazer a mensagem penetrar no cérebro duro e grosso de certas pessoas com uma única palavra poderosa, mas será mais provável que consiga fazer com as marteladas da repetição. O fato é que temos que recapitular. Mas isso não é conclusão.
Depois da recapitulação, vem a conclusão. A conclusão é uma aplicação. Temos que levar a mensagem profundamente até o coração do povo, de tal maneira que eles sintam o impacto de nossa mensagem. Se queremos que o povo faça algo a respeito do que estamos pregando, precisamos atingir com a mensagem o coração e a vontade de tal maneira que eles obedeçam a Palavra de Deus. Não é simplesmente ouvir a Palavra de Deus. Alguns pregadores famosos assemelharam a conclusão ao disparo de uma arma. O propósito ao disparar uma arma quando você está caçando pássaros, por exemplo, não é fazer barulho, mas matar a ave.
Já mencionei ontem as palestras sobre pregação na Universidade de Yale. A primeira série de palestras foi entregue em 1872 por um pregador chamado Harry Ward Beecher. Ele nos contou em sua primeira palestra que, quando era criança, seu pai o ensinou a ser caçador e o levou a caçar patos.
Ele disse que as suas primeiras tentativas na área de pregação foram semelhantes às caçadas de sua infância: “preguei muitas vezes como havia usado a minha arma. Costumava ir caçar sozinho. Tinha grandes sucessos no disparo da arma. Os patos apreciavam aquilo tanto quanto eu, porque eu nunca atingi um deles sequer, nem cheguei a feri-los. Atirei com a minha rama tal como vejo hoje centenas de pregadores atirando seus sermões. Carreguei a minha arma a atirei, saiu fumaça, ouve barulho, mas nada caiu do céu”. Da mesma forma aconteceu várias e várias vezes. Mas depois ele aprendeu a atirar corretamente e a matar a ave. Temos que atingir o nosso alvo quando estamos pregando.
Ele disse também algo sobre Jonathan Edwards. Esse homem foi um grande pregador. Na parte inicial de seus sermões, ele estava apenas assestando a sua arma, mas na sua conclusão ele abria fogo contra o inimigo. Há muitos de nós, receio, que levam tanto tempo em seus sermões, assestando as armas, que terminam sem dar um único tiro. Espera que entendam o que estava querendo dizer.
A conclusão tem que levar a congregação a fazer alguma coisa. Isso depende do sermão e do seu pensamento dominante. Penso que quando o sermão está encerrado, há grande valor no silêncio. Quando termino de pregar, normalmente digo, vamos orar e ficar quietos. Talvez eu relembre a congregação da mensagem central e digo a eles: tome agora diante de Deus a sua própria reação de arrependimento ou de adoração ou de fé salvadora em Jesus Cristo ou alguma decisão de obedecer a Deus. Mas nós deixamos que eles fiquem a sós com o Espírito Santo. Naquele momento eu peço que o Espírito aja na vida da congregação de modo que não simplesmente tenham ouvido o sermão, mas que tenham determinado diante de Deus obedecer a Sua palavra. A conclusão deve assegurar esta reação.
5º estágio – Orar a respeito da sua mensagem
Você meditou sobre seu texto, isolou o pensamento dominante, arranjou o seu material, lhe deu uma estrutura, bem como uma introdução e uma conclusão. Talvez tenha até escrito o sermão inteiro. Talvez, depois de ter escrito todo o sermão, tenha anotações para levar consigo ao púlpito. Mas o seu trabalho ainda não está terminado: você tem que orar pela mensagem. Espero que você sempre termine o seu sermão de domingo no sábado. Espero que nunca se prepare no domingo. Eu confesso a vocês que em algumas ocasiões isso aconteceu comigo. Não consegui chegar a uma mensagem completa no sábado porque estava muito cansado. A coisa que achei certa fazer foi ir para a cama dormir. Levantei bem cedinho no domingo de manhã a fim de terminar o sermão. Estas ocasiões, entretanto foram bem raras. Precisamos ter o sermão pronto no sábado. Domingo de manhã, antes de ir para o culto, deveremos passar 15 minutos ou meia hora na qual analisamos a passagem ajoelhados e oramos através de toda a pregação, de modo que ela permaneça viva em nossas mentes e nela pregamos a mensagem.
Ela não vai sair de um esboço em nossa mente, nem das nossas anotações, nem sai de nossa mente como se a tivéssemos decorado, ela vem de nosso coração para ir ao coração dos nossos ouvintes. Somente a oração sobre a mensagem faz com que isso seja possível. Torna-se algo que sai autenticamente do nosso coração.
Minha ultima palavra diz respeito a como um pregador negro na América se prepara. Isto que ele diz é cheio de sabedoria: “Em primeiro lugar, eu leio até ficar cheio; penso até pensar claramente; oro até ficar quente; e, em último eu deixo a coisa sair”.Que Deus permita que possamos pregar assim.
Extraído da Revista “Liderança Pastoral” –julho/agosto de 1980
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
Celebração de Natal Familiar
* Todos em torno da mesa
Leitor: Estamos reunidos em torno desta mesa no Amor, pelo Amor e para o Amor. No meio de uma noite, o Amor veio até nós. A sua vinda não aconteceu segundo as expectativas humanas, pois Jesus nasceu pobrezinho, cercado de animais e numa manjedoura. Hoje, dois milênios depois, estamos aqui relembrando aquele momento. Mas isto não basta. É necessário que esse nascimento aconteça em nossos corações. Enquanto ouvimos a canção abramos os corações como uma manjedoura para receber o Menino-Rei.
Todos: Menino-Jesus tenha piedade de nós
Leitor: Pedimos-te perdão quando não somos luz na vida de nossa família e dos que nos cercam.
Todos: Menino-Jesus tenha piedade de nós
Leitor: Pedimos-te perdão por todas as palavras e gestos ríspidos que magoaram quem amamos
Todos: Menino-Jesus tenha piedade de nós e ajude-nos a ter corações transformados. Em Nome de Jesus. Amém.
- Não tenham medo! Estou aqui a fim de trazer uma boa notícia para vocês, e ela será motivo de grande alegria também para todo o povo! 11 Hoje mesmo na cidade de Davi, nasceu o Salvador de vocês – o Messias, o Senhor! 12 Esta será a prova: Vocês encontrarão uma criancinha enrolada em panos e deitada numa manjedoura.
13 No mesmo instante apareceu junto com o anjo uma multidão de outros anjos, como se fossem um exército celestial. Eles cantavam hinos de louvor a Deus, dizendo:
14 - Glória a Deus nas maiores alturas do céu! E paz na terra para as pessoas a quem ele quer bem!
15. Quando os anjos voltaram para o céu, os pastores disseram uns aos outros: - Vamos até Belém para ver o que aconteceu; vamos ver aquilo que o Senhor nos contou.
16. Eles foram depressa, e encontraram Maria e José, e viram o menino deitado na manjedoura. 17 Então contaram o que os anjos tinham dito a respeito dele. 18 Todos os que ouviram o que os pastores disseram ficaram muito admirados. 19 Maria guardava todas essas coisas no seu coração e pensava muito nelas 20 Então os pastores voltaram para os campos, cantando hinos de louvor a Deus pelo que tinham ouvido e visto.
E tudo tinha acontecido como o anjo havia falado
Entre os anjos que espargem a luz, proclamando o Menino Jesus,
brilha a estrela da Paz!
Nasce o bom Salvador!
Noite de Paz! Noite de amor! Oh! Que belo resplendor
Ilumina o Menino Jesus! No presépio do mundo eis a Luz,
sol de eterno fulgor!
Cântico: Aleluia de Handel
Oração
Leitor: Senhor, pedimos-te perdão porque temos dificuldades de abrir nossos corações a ti.Todos: Menino-Jesus tenha piedade de nós
Leitor: Pedimos-te perdão quando não somos luz na vida de nossa família e dos que nos cercam.
Todos: Menino-Jesus tenha piedade de nós
Leitor: Pedimos-te perdão por todas as palavras e gestos ríspidos que magoaram quem amamos
Todos: Menino-Jesus tenha piedade de nós e ajude-nos a ter corações transformados. Em Nome de Jesus. Amém.
Leitura da História do Natal – São Lucas 2.8-20 - Linguagem de Hoje
8 Naquela região havia pastores que estavam passando a noite nos campos, tomando conta dos rebanhos de ovelhas. 9 Então um anjo do Senhor apareceu,, e a luz gloriosa do Senhor brilhou por cima dos pastores. Eles ficaram com muito medo. 10 Mas o anjo disse:- Não tenham medo! Estou aqui a fim de trazer uma boa notícia para vocês, e ela será motivo de grande alegria também para todo o povo! 11 Hoje mesmo na cidade de Davi, nasceu o Salvador de vocês – o Messias, o Senhor! 12 Esta será a prova: Vocês encontrarão uma criancinha enrolada em panos e deitada numa manjedoura.
13 No mesmo instante apareceu junto com o anjo uma multidão de outros anjos, como se fossem um exército celestial. Eles cantavam hinos de louvor a Deus, dizendo:
14 - Glória a Deus nas maiores alturas do céu! E paz na terra para as pessoas a quem ele quer bem!
15. Quando os anjos voltaram para o céu, os pastores disseram uns aos outros: - Vamos até Belém para ver o que aconteceu; vamos ver aquilo que o Senhor nos contou.
16. Eles foram depressa, e encontraram Maria e José, e viram o menino deitado na manjedoura. 17 Então contaram o que os anjos tinham dito a respeito dele. 18 Todos os que ouviram o que os pastores disseram ficaram muito admirados. 19 Maria guardava todas essas coisas no seu coração e pensava muito nelas 20 Então os pastores voltaram para os campos, cantando hinos de louvor a Deus pelo que tinham ouvido e visto.
E tudo tinha acontecido como o anjo havia falado
Reflexão
* Quem desejar pode falar em voz audível
Pensemos O que representa o Natal em minha vida? Qual o sentido do Natal? Confraternização? Presentes? Mesa farta?Oração de intercessão:
Todos: Senhor, pedimos-te que olhe por todos nós durante este dia e por todos os outros que seguirão. Permita que possamos fazer diferença neste mundo tão hostil, que a harmonia , a paz, a saúde e prosperidade estejam sempre presentes nesta família, e que , nos momentos de aflição e dor , Sua presença se faça constante. Estendemos estes pedidos á todos os nossos irmãos em Cristo espalhados pelo mundo.* Vamos agora, todos de mãos dadas, numa expressão de amor que nos une, fazer a oração que o Senhor nos ensinou.
Pai Nosso...
Oração Conclusiva
A graça de nosso Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo sejam com todos nós para sempre. Amém. Cântico Final: Noite Feliz
Noite de Paz! Noite de Amor! Tudo dorme em derredor.Entre os anjos que espargem a luz, proclamando o Menino Jesus,
brilha a estrela da Paz!
Noite de Paz! Noite de Amor! Nas campinas ao pastor,
Lindos anjos, mandados por Deus, anunciam a nova dos Céus! Nasce o bom Salvador!
Noite de Paz! Noite de amor! Oh! Que belo resplendor
Ilumina o Menino Jesus! No presépio do mundo eis a Luz,
sol de eterno fulgor!
Fontes: www.metodistavilaisabel.org.br, Livro de Oração Comum – Igreja Episcopal Anglicana do Brasil, www.recantodasletras.com.br/mensagensreligiosas/2673337
Liturgia preparada por Fernanda Abrão Pezzuol (membro Igreja Episcopal Anglicana do Brasil e Reginaldo Marcelo (Diácono da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil)
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Celebração de Natal Familiar
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
Memória de todos os fiéis falecidos
CELEBRAÇÃO EUCARÍSTICA
*Prelúdio Irmãos e Irmãs, aqui nos reunimos na fé, na esperança e no amor para oferecer a Deus nossas orações por todos os fiéis falecidos. Não estamos aqui para celebrar a morte, e sim a vida; não queremos reviver a tristeza da separação, e sim proclamar a alegria da ressurreição e do encontro definitivo com Deus. Nesta Santa Eucaristia pediremos por nós e por todos aqueles que nos precederam na eternidade.
Sol da minha alma. (227 Hinário Episcopal)
1-Sol da minha alma és tu, Senhor; / Vem toda a treva afugentar!
Que, alfim, liberto de temor, / Vá Tua glória contemplar.2-Sol da minha alma! Ó pura luz! / A glória eterna, está em Ti.
Com Teu favor, Senhor Jesus, / Refletirei seu brilho aqui.3-Há muitos hoje em luto e dor, / Em indigência e tentação,
Vem acudir-lhes, Salvador, / Estende ao pobre a Tua mão. 4-Comigo o dia todo estás; / De Ti alcanço todo o bem.
Concede a outros tua paz. / E a fé em Ti somente. Amém.
Acolhida
Celebrante: Bendito seja Deus, Pai, Filho e Espírito Santo.
Povo: Bendito seja o Seu Reino, agora e sempre amém.
Oficiante: Irmãos e Irmãs, sejam bem vindos a esta celebração memorial que fazemos por todos os fiéis falecidos. Nós estamos aqui porque acreditamos na Palavra de Jesus que disse:
Povo: Aquele que acredita em Mim, mesmo que esteja morto viverá.
Coleta pela Pureza
Onipotente Deus, que vês todos os corações, conheces todos os desejos e para quem segredo algum está oculto; purifica nossos corações e pensamentos com a inspiração do teu Espírito Santo, para que te amemos com perfeição e dignamente glorifiquemos o teu Santo Nome; por Jesus Cristo, nosso Senhor. Amém.Adoração e Louvor
Oficiante: Abre, ó Senhor, os nossos Lábios. Povo: E a nossa boca proclamará o Teu louvor.
Comunhão Divina (Hinário Episcopal No. 139)
1- Comigo habita, ó Deus! a noite vem. / As trevas crescem e o temor também; / Socorro espero, ó Deus, de tua mão.Oh! Vem fazer comigo habitação!
2- Vem revelar-te a mim, ó meu Senhor, / Divino Mestre, Rei, Consolador!
Meu Guia forte, amparo em tentação: / Vem, vem fazer comigo habitação!
3- Em breve aqui terei meu fim mortal; / Desaparece o gôzo terreal;
Mudança vejo em tudo, e corrupção. / Comigo faze eterna habitação!4-Presente estás nas trevas ou na luz. / Não há perigo andando com Jesus.
Morte e sepulcro não aterrarão / Onde meu Deus fizer habitação;Coleta do Dia.
Celebrante: O Espírito do Senhor seja convosco.Povo: Seja também contigo.
Celebrante: Oremos (Far-se-á um período de silêncio).
1a. Leitura: Isaías 25.6-9/ Salmo 116/ 2a. Leitura: I Coríntios 15.50-58
O Amor (Composição: Pe. Zezinho )
O amor é o bem maior riqueza de valor, para o coração (para o coração) / O amor é eficaz E alegria traz grande emoção (grande emoção).O amor é o bem maior É algo a encontrar, É jóia de valor
Que a vida faz mudar, O amor inspiração Na vida uma canção, O amor.
- Santo Evangelho: S. João 11.21-27
O amor inspira a fé, seu poder faz até, O sol brilhar (o sol brilhar) / Em noite sem luar, se o amor eu cultivar Luz haverá (luz haverá).
Num mundo de amor, Só há inspiração De ter essa certeza,Esse bem maior O amor é inspiração Na vida uma canção, O amor.
*Momento de silêncio
*Hino – Despedida
Credo Apostólico – Livro de Oração Comum – p. 73
União com Deus
1-Mais junto, ó Deus, a ti, mais junto a ti; Por mais pesada cruz que eu tenha aqui,
Aspiro ao gôzo ali,
Mais junto, ó Deus, a ti, mais junto a ti!
2-E quando ao pôr do sol, na solidão,
Dormir cansado e só, meu leito o chãoVer-me-ei, em sonho, ali,
Mais junto, ó Deus, a ti, mais junto a ti!
3-Oh! Faze os passos meus, degraus do Céu;
Amargas provações, proveito meu.Já teu amor senti!
Mais junto, ó Deus, a ti, mais junto a ti!
Oração do Povo
Oficiante: No poder do Espírito Santo e em união com Cristo, oremos ao Pai.Povo: Ouve, Senhor, as nossas orações.
Oficiante: Concede que a Tua Igreja permaneça fiel na proclamação do Evangelho.
Povo: Para que se multipliquem ações de graças sobre a terra.
Oficiante: Tem compaixão, Senhor dos que sofrem com a dor e angústia.
Povo: Que sejam libertos de suas aflições.
Oficiante: Louvamos-Te, ó Deus da vida, por todos os que, em cada geração, viveram e honraram a Cristo; suplicamos-Te que a luz do Ressuscitado continue iluminando-os na companhia de Teus Santos.
Povo: Concede que participemos da herança de todos os Teus Santos.
Oficiante: Apressa a vinda do dia em que sejamos reunidos com nossos irmãos e irmãs onde as lágrimas serão enxugadas.
Povo: Apressa a vinda do Teu Reino, ó Senhor.
*Momento de silêncio para preces particulares
Todos: Ó Deus, Senhor de toda humanidade, nós louvamos e glorificamos Teu santo Nome por todos os teus servos que encerraram a carreira com fé e temor; pela bendita Virgem Maria; pelos santos patriarcas e profetas, apóstolos e mártires; e por todos os teus servos justos, tanto os conhecidos como os desconhecidos; e Te rogamos, que nós, estimulados por seus exemplos, ajudados por suas orações e fortalecidos por sua comunhão, sejamos participantes da herança dos santos em luz; pelos merecimentos de Jesus Cristo, Teu Filho, nosso Senhor. Amém.Saudação da Paz!
*Estando todos de pé, o Celebrante dirá ao povo:
Celebrante: A Paz do Senhor seja sempre convosco.
Povo: Seja Também contigo.
Momento do Ofertório.
A barca
| 1-Tu te abeiraste da praia. Não buscaste nem sábios nem ricos. Somente queres que eu te siga. Senhor... | 2-Tu sabes bem que em meu barco Eu não tenho nem ouro nem espadas, Somente redes e o meu trabalho. Senhor... |
| Senhor Tu me olhaste nos olhos, A Sorrir, pronunciaste meu nome, Lá na praia eu larguei o meu barco, Junto a Ti buscarei outro mar. | 3-Tu minhas mãos solicitas, Meu cansaço que a outros descanse, Amor que almejas, seguir amando. Senhor... |
Grande Oração de Ação de Graças – LOC – p. 81
Oração de Pós comunhão – LOC – 85.
Bênção
Celebrante: Que as almas dos fiéis, pela misericórdia de Deus, descansem em paz. Povo: Amém.Celebrante: E a Bênção de Deus Onipotente, Pai, Filho e Espírito Santo, seja convosco e convosco habite eternamente. Amém.
*Ofertório de flores
Confiança em Cristo ( Hinário Episcopal No. 262 )
1-Descansa, ó alma: eis o Senhor ao lado;Paciente leva, e sem queixar-te, a cruz.
Deixa o Senhor tomar de ti cuidado:
Ele não muda, o teu fiel Jesus!
Prossegue, ó alma: o Amigo celestial
Protegerá teus passos no espinhal!
2-Prossegue, ó alma: o trilho é estreito e escuro,
Mas no passado Deus guiou-te assim!Confia agora a Deus o teu futuro,
Que esse mistério há de aclarar-se enfim.
Confia, ó alma; a sua mansa voz
Ainda acalma o vento e o mar feroz!
3-Confia, ó alma: a hora vem chegando,
Irás com Cristo, o teu Senhor, morar.Sem dor nem mágoas gozarás, cantando,
As alegrias do celeste lar;
Descansa, ó alma; agora há pranto e há dor,
Depois, o gôzo, a paz, o céu de amor.
Rev. Presbítero Tadeu dos Santos – Pároco da Paróquia Anglicana da Santa Lídia em São Bernardo e da Cristo Salvador em Mauá.
Imagem: http://paraorkut9.org/paracom/dia_de_finados/dia_de_finados-de-mensagens-10.gif
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Memória de todos os fiéis falecidos
Esta mensagem mudará sua vida!!!
ESTA MENSAGEM MUDARA SUA VIDA. ACREDITE !!
Escrito por Regina Brett, com apenas 90 anos de idade, assina uma coluna no The Plain Dealer, Cleveland, Ohio.
"Para celebrar o meu envelhecimento, certo dia eu escrevi as 45 lições que a vida me ensinou.
É a coluna mais solicitada que eu já escrevi."
“Meu hodômetro passou dos 90 em agosto, portanto aqui vai a coluna mais uma vez:
... ... 1. A vida não é justa, mas ainda é boa.
2. Quando estiver em dúvida, dê somente o próximo passo, pequeno .
3. A vida é muito curta para desperdiçá-la odiando alguém.
4. Seu trabalho não cuidará de você quando você ficar doente. Seus amigos e familiares cuidarão. Permaneça em contato.
5. Pague mensalmente seus cartões de crédito.
6. Você não tem que ganhar todas as vezes. Concorde em discordar.
7. Chore com alguém. Cura melhor do que chorar sozinho.
8. Pode ficar bravo com Deus. Ele suporta isso.
9. Economize para a aposentadoria começando com seu primeiro salário.
10. Quanto a chocolate, é inútil resistir.
11. Faça as pazes com seu passado, assim ele não atrapalha o presente.
12. É bom deixar suas crianças verem que você chora.
13. Não compare sua vida com a dos outros. Você não tem idéia do que é a jornada deles.
14. Se um relacionamento tiver que ser um segredo, você não deveria entrar nele.
15. Tudo pode mudar num piscar de olhos Mas não se preocupe; Deus nunca pisca.
16. Respire fundo. Isso acalma a mente.
17. Livre-se de qualquer coisa que não seja útil, bonito ou alegre.
18. Qualquer coisa que não o matar o tornará realmente mais forte.
19. Nunca é muito tarde para ter uma infância feliz. Mas a segunda vez é por sua conta e ninguém mais.
20. Quando se trata do que você ama na vida, não aceite um não como resposta.
21. Acenda as velas, use os lençóis bonitos, use roupa chic. Não guarde isto para uma ocasião especial. Hoje é especial.
22. Prepare-se mais do que o necessário, depois siga com o fluxo.
23. Seja excêntrico agora. Não espere pela velhice para vestir roxo.
24. O órgão sexual mais importante é o cérebro.
25. Ninguém mais é responsável pela sua felicidade, somente você..
26. Enquadre todos os assim chamados "desastres" com estas palavras 'Em cinco anos, isto importará?'
27. Sempre escolha a vida.
28. Perdoe tudo de todo mundo.
29. O que outras pessoas pensam de você não é da sua conta.
30. O tempo cura quase tudo. Dê tempo ao tempo..
31. Não importa quão boa ou ruim é uma situação, ela mudará.
32. Não se leve muito a sério. Ninguém faz isso.
33. Acredite em milagres.
34. Deus ama você porque ele é Deus, não por causa de qualquer coisa que você fez ou não fez.
35. Não faça auditoria na vida. Destaque-se e aproveite-a ao máximo agora.
36. Envelhecer ganha da alternativa -- morrer jovem.
37. Suas crianças têm apenas uma infância.
]38. Tudo que verdadeiramente importa no final é que você amou.
39. Saia de casa todos os dias. Os milagres estão esperando em todos os lugares.
40. Se todos nós colocássemos nossos problemas em uma pilha e víssemos todos os outros como eles são, nós pegaríamos nossos mesmos problemas de volta.
41. A inveja é uma perda de tempo. Você já tem tudo o que precisa.
42. O melhor ainda está por vir.
43. Não importa como você se sente, levante-se, vista-se bem e apareça.
44. Produza!
45. A vida não está amarrada com um laço, mas ainda é um presente.”
Escrito por Regina Brett, com apenas 90 anos de idade, assina uma coluna no The Plain Dealer, Cleveland, Ohio.
"Para celebrar o meu envelhecimento, certo dia eu escrevi as 45 lições que a vida me ensinou.
É a coluna mais solicitada que eu já escrevi."
“Meu hodômetro passou dos 90 em agosto, portanto aqui vai a coluna mais uma vez:
... ... 1. A vida não é justa, mas ainda é boa.
2. Quando estiver em dúvida, dê somente o próximo passo, pequeno .
3. A vida é muito curta para desperdiçá-la odiando alguém.
4. Seu trabalho não cuidará de você quando você ficar doente. Seus amigos e familiares cuidarão. Permaneça em contato.
5. Pague mensalmente seus cartões de crédito.
6. Você não tem que ganhar todas as vezes. Concorde em discordar.
7. Chore com alguém. Cura melhor do que chorar sozinho.
8. Pode ficar bravo com Deus. Ele suporta isso.
9. Economize para a aposentadoria começando com seu primeiro salário.
10. Quanto a chocolate, é inútil resistir.
11. Faça as pazes com seu passado, assim ele não atrapalha o presente.
12. É bom deixar suas crianças verem que você chora.
13. Não compare sua vida com a dos outros. Você não tem idéia do que é a jornada deles.
14. Se um relacionamento tiver que ser um segredo, você não deveria entrar nele.
15. Tudo pode mudar num piscar de olhos Mas não se preocupe; Deus nunca pisca.
16. Respire fundo. Isso acalma a mente.
17. Livre-se de qualquer coisa que não seja útil, bonito ou alegre.
18. Qualquer coisa que não o matar o tornará realmente mais forte.
19. Nunca é muito tarde para ter uma infância feliz. Mas a segunda vez é por sua conta e ninguém mais.
20. Quando se trata do que você ama na vida, não aceite um não como resposta.
21. Acenda as velas, use os lençóis bonitos, use roupa chic. Não guarde isto para uma ocasião especial. Hoje é especial.
22. Prepare-se mais do que o necessário, depois siga com o fluxo.
23. Seja excêntrico agora. Não espere pela velhice para vestir roxo.
24. O órgão sexual mais importante é o cérebro.
25. Ninguém mais é responsável pela sua felicidade, somente você..
26. Enquadre todos os assim chamados "desastres" com estas palavras 'Em cinco anos, isto importará?'
27. Sempre escolha a vida.
28. Perdoe tudo de todo mundo.
29. O que outras pessoas pensam de você não é da sua conta.
30. O tempo cura quase tudo. Dê tempo ao tempo..
31. Não importa quão boa ou ruim é uma situação, ela mudará.
32. Não se leve muito a sério. Ninguém faz isso.
33. Acredite em milagres.
34. Deus ama você porque ele é Deus, não por causa de qualquer coisa que você fez ou não fez.
35. Não faça auditoria na vida. Destaque-se e aproveite-a ao máximo agora.
36. Envelhecer ganha da alternativa -- morrer jovem.
37. Suas crianças têm apenas uma infância.
]38. Tudo que verdadeiramente importa no final é que você amou.
39. Saia de casa todos os dias. Os milagres estão esperando em todos os lugares.
40. Se todos nós colocássemos nossos problemas em uma pilha e víssemos todos os outros como eles são, nós pegaríamos nossos mesmos problemas de volta.
41. A inveja é uma perda de tempo. Você já tem tudo o que precisa.
42. O melhor ainda está por vir.
43. Não importa como você se sente, levante-se, vista-se bem e apareça.
44. Produza!
45. A vida não está amarrada com um laço, mas ainda é um presente.”
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Esta mensagem mudará sua vida
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
lagarta e a borboleta (uma história para o culto infantil)
Esá história pode ser usado para o culto de criança, postado neste blog de Autoria de Hideide Brito Torres

Autoria - Hideide Brito Torres - Teóloga e Jornalista Metodista - Minas Gerais
Era uma vez uma lagarta que vivia no jardim de Deus. Ela era muito bonita, pois as lagartas têm muitas cores vibrantes e se destacam na multidão. Verdade que existe quem não goste delas, mas como Deus tem gosto pra tudo, tem muita gente que gosta... Existem até pessoas que passam a vida toda investigando a vida toda das lagartas... Pois é... Essa lagarta da minha história vivia feliz no jardim. Ele era grande, tinha flores e folhas de todo o jeito que as lagartas gostam. Se ela quisesse uma folhinha crocante, podia escolher uma no alto das flores mais alegres, que tivesse tomado bastante sol e estivesse mais torradinha... Se ela quisesse uma coisa mais tenra, poderia comer um brotinho oculto sob um caule, escondidinho do sol, verde como uma manhã de primavera... A lagarta era feliz. Mas ela tinha um problema. Um problema de gente humana.... Ela começou a pensar demais (isso não faz bem pra ninguém, especialmente se começamos a pensar bobagem! Pensamento é bom, mas pode ser perigoso... a gente tem que levar sempre para o lado bom, senão...) Pois a nossa lagartinha começou a pensar que ela talvez não fosse nem tão feliz, nem tão bonita... Ela olhou para si mesma e pensou: Meu Deus, estou muito gorducha... Preciso afinar minha cintura... mas onde mesmo fica a minha cintura? Ela olhou para aquele seu bando de perninhas, que a faziam deslizar gentilmente pelas folhas e começou a pensar que elas eram peludas demais, curtinhas demais... E nem ao menos ela tinha um aparelho de barbear velho para depilá-las!!! Alguém comentou que o tom de verde de sua pele estava meio pálido, e ela logo imaginou como seria maravilhoso ser como o camaleão da esquina, que estava sempre tão fashion...
Ela, que era feliz, começou a desfelicizar-se... pra quem não sabe, este é um terrível processo de entristecer-se! Alguém desfeliz não é apenas alguém triste, mas alguém que era feliz e agora não é mais! É uma perda terrível! O problema de desfelicizar-se é que a gente vai ficando menor... menor... Foi o que aconteceu à lagarta... Ela começou a se encolher e a enrolar-se. Deixou de olhar para cima, de ver o céu azul, as flores coloridas. Deixou de viver aventuras pelo jardim. Não se importava mais com nada, nem com o sabiá, de quem gostava de ouvir o canto. E em volta dela começou tudo a ficar mais seco, mais duro... Era um casulo surgindo. Ela nem percebeu que parou de conversar, de andar. Nem reparou que os amigos falavam e ela não conseguia ouvir. Ela até achou bom, porque, afinal de contas, não queria mesmo ver ninguém. Era bom que ninguém pudesse entrar no seu casulo de desfelicidade. Era melhor assim...
Mas o problema do casulo é esse. Ninguém pode entrar, mas a gente também não pode sair! Ela ficou presa lá dentro, com sua tristeza... Tem gente que entra nesses casulos e nunca mais sai. Morre sequinho de tristeza, de raiva, de falta de perdão. No seu casulo, fica com pena de si mesmo e esquece de todo o colorido que há no jardim que Deus fez para nós. Esquece que um dia já riu, já viu beija-flor, já cheirou uma rosa, já feriu o dedo no espinho (e sarou!). Acha que no casulo tudo vai ficar bem, mas quando percebe, está sozinho no escuro!
Um dia, nossa lagarta, porém, começou a ouvir o canto do amigo sabiá. O sol bateu no casulo e aqueceu, mas ela não podia ver os raios dourados, nem embebedar-se do dourado batendo suavemente nas folhas orvalhadas... Ela sentiu saudades de tudo o que tinha vivido. E quis sair... mas estava tão apertado!
A lagarta sentiu-se sem forças, mas, devagarzinho, continuou tentando... O Criador olhou do céu para a lagarta dentro de seu casulo. Ele entendera tudo o que ela tinha vivido. Ele compreendia sua solidão. Mas agora, era preciso que ela realmente quisesse se libertar. De nada adiantaria Ele apressar-Se e tirá-la, se ela, de si mesma, não se sentisse pronta para sair. Por isso, o Criador enviou um vento refrescante que bateu na folha acima do casulo. Uma gota de chuva escorreu, fria e revigorante, sobre o casulo. O Criador soprou sua força em torno da lagarta que se movia, devagar, devagar...
De repente, o casulo se rompeu! A lagarta esticou suas perninhas curtas e peludas... mas, oh! Não eram mais curtas, nem peludas, mas longas e finas... Ela remexeu o corpo gorducho, mas, que diferença! Havia uma cinturinha fina... E asas! Parecia maravilhoso poder ver o jardim de um ângulo tão diferente... Ela explorou um mundo novo de possibilidades e sentiu-se refelicizar-se por ter tido a coragem de sair do casulo e experimentar uma nova vida! O jardim era o mesmo, as folhas e flores eram as mesmas... o jardineiro era o mesmo. Mas ela estava diferente. E por ter mudado, tudo mudou!
Mas sabe o que mais me espanta em tudo isso? É que às vezes, as coisas ruins que acontecem em nossa vida podem nos fazer mudar. Tem gente que, como a lagarta, vira borboleta e sai do casulo. Tem gente que nunca sai. Tudo depende de como vemos as coisas difíceis da vida e como permitimos que o Criador nos ajude a enfrentá-las. A mudança até que foi boa para a lagarta. Talvez, necessária. Mas o Criador, em sua sabedoria, a amou desde o momento em que era lagarta. Ele a fez assim e a planejou. Havia um lugar para ela no jardim, como lagarta... Há vários jeitos de ser e de estar no mundo. Podemos mudar algumas vezes e isso pode ser maravilhoso. Mas não podemos nos esquecer de que o Criador, que lá de cima tudo vê e dentro de nosso coração tudo entende, nos ama do jeito que somos. Não precisamos sofrer ou entrar no casulo... Podemos viver grandes transformações sem que tenhamos de passar por grandes dores. Podemos aceitar o amor do Criador e viver intensamente a vida neste grande jardim que ele preparou.
Na verdade, somos mesmo suas largatinhas, seus vermezinhos (Isaías 41.14)... Mas ele sempre nos diz: Não tenha medo, eu te ajudo, eu te sustento na minha mão forte e segura... Confie em mim, eu amo muito, muito, muito você! Se acreditamos nisso, podemos viver de qualquer modo, em qualquer lugar, sob quaisquer circunstâncias e tudo sempre será maravilhoso. E um dia, ele, que faz novas todas as coisas, vai nos dar asas como borboletas para voarmos bem alto, para alcançar nossos sonhos... Ele pode fazer isso, acredite!

Autoria - Hideide Brito Torres - Teóloga e Jornalista Metodista - Minas Gerais
Era uma vez uma lagarta que vivia no jardim de Deus. Ela era muito bonita, pois as lagartas têm muitas cores vibrantes e se destacam na multidão. Verdade que existe quem não goste delas, mas como Deus tem gosto pra tudo, tem muita gente que gosta... Existem até pessoas que passam a vida toda investigando a vida toda das lagartas... Pois é... Essa lagarta da minha história vivia feliz no jardim. Ele era grande, tinha flores e folhas de todo o jeito que as lagartas gostam. Se ela quisesse uma folhinha crocante, podia escolher uma no alto das flores mais alegres, que tivesse tomado bastante sol e estivesse mais torradinha... Se ela quisesse uma coisa mais tenra, poderia comer um brotinho oculto sob um caule, escondidinho do sol, verde como uma manhã de primavera... A lagarta era feliz. Mas ela tinha um problema. Um problema de gente humana.... Ela começou a pensar demais (isso não faz bem pra ninguém, especialmente se começamos a pensar bobagem! Pensamento é bom, mas pode ser perigoso... a gente tem que levar sempre para o lado bom, senão...) Pois a nossa lagartinha começou a pensar que ela talvez não fosse nem tão feliz, nem tão bonita... Ela olhou para si mesma e pensou: Meu Deus, estou muito gorducha... Preciso afinar minha cintura... mas onde mesmo fica a minha cintura? Ela olhou para aquele seu bando de perninhas, que a faziam deslizar gentilmente pelas folhas e começou a pensar que elas eram peludas demais, curtinhas demais... E nem ao menos ela tinha um aparelho de barbear velho para depilá-las!!! Alguém comentou que o tom de verde de sua pele estava meio pálido, e ela logo imaginou como seria maravilhoso ser como o camaleão da esquina, que estava sempre tão fashion...
Ela, que era feliz, começou a desfelicizar-se... pra quem não sabe, este é um terrível processo de entristecer-se! Alguém desfeliz não é apenas alguém triste, mas alguém que era feliz e agora não é mais! É uma perda terrível! O problema de desfelicizar-se é que a gente vai ficando menor... menor... Foi o que aconteceu à lagarta... Ela começou a se encolher e a enrolar-se. Deixou de olhar para cima, de ver o céu azul, as flores coloridas. Deixou de viver aventuras pelo jardim. Não se importava mais com nada, nem com o sabiá, de quem gostava de ouvir o canto. E em volta dela começou tudo a ficar mais seco, mais duro... Era um casulo surgindo. Ela nem percebeu que parou de conversar, de andar. Nem reparou que os amigos falavam e ela não conseguia ouvir. Ela até achou bom, porque, afinal de contas, não queria mesmo ver ninguém. Era bom que ninguém pudesse entrar no seu casulo de desfelicidade. Era melhor assim...
Mas o problema do casulo é esse. Ninguém pode entrar, mas a gente também não pode sair! Ela ficou presa lá dentro, com sua tristeza... Tem gente que entra nesses casulos e nunca mais sai. Morre sequinho de tristeza, de raiva, de falta de perdão. No seu casulo, fica com pena de si mesmo e esquece de todo o colorido que há no jardim que Deus fez para nós. Esquece que um dia já riu, já viu beija-flor, já cheirou uma rosa, já feriu o dedo no espinho (e sarou!). Acha que no casulo tudo vai ficar bem, mas quando percebe, está sozinho no escuro!
Um dia, nossa lagarta, porém, começou a ouvir o canto do amigo sabiá. O sol bateu no casulo e aqueceu, mas ela não podia ver os raios dourados, nem embebedar-se do dourado batendo suavemente nas folhas orvalhadas... Ela sentiu saudades de tudo o que tinha vivido. E quis sair... mas estava tão apertado!
A lagarta sentiu-se sem forças, mas, devagarzinho, continuou tentando... O Criador olhou do céu para a lagarta dentro de seu casulo. Ele entendera tudo o que ela tinha vivido. Ele compreendia sua solidão. Mas agora, era preciso que ela realmente quisesse se libertar. De nada adiantaria Ele apressar-Se e tirá-la, se ela, de si mesma, não se sentisse pronta para sair. Por isso, o Criador enviou um vento refrescante que bateu na folha acima do casulo. Uma gota de chuva escorreu, fria e revigorante, sobre o casulo. O Criador soprou sua força em torno da lagarta que se movia, devagar, devagar...
De repente, o casulo se rompeu! A lagarta esticou suas perninhas curtas e peludas... mas, oh! Não eram mais curtas, nem peludas, mas longas e finas... Ela remexeu o corpo gorducho, mas, que diferença! Havia uma cinturinha fina... E asas! Parecia maravilhoso poder ver o jardim de um ângulo tão diferente... Ela explorou um mundo novo de possibilidades e sentiu-se refelicizar-se por ter tido a coragem de sair do casulo e experimentar uma nova vida! O jardim era o mesmo, as folhas e flores eram as mesmas... o jardineiro era o mesmo. Mas ela estava diferente. E por ter mudado, tudo mudou!
Mas sabe o que mais me espanta em tudo isso? É que às vezes, as coisas ruins que acontecem em nossa vida podem nos fazer mudar. Tem gente que, como a lagarta, vira borboleta e sai do casulo. Tem gente que nunca sai. Tudo depende de como vemos as coisas difíceis da vida e como permitimos que o Criador nos ajude a enfrentá-las. A mudança até que foi boa para a lagarta. Talvez, necessária. Mas o Criador, em sua sabedoria, a amou desde o momento em que era lagarta. Ele a fez assim e a planejou. Havia um lugar para ela no jardim, como lagarta... Há vários jeitos de ser e de estar no mundo. Podemos mudar algumas vezes e isso pode ser maravilhoso. Mas não podemos nos esquecer de que o Criador, que lá de cima tudo vê e dentro de nosso coração tudo entende, nos ama do jeito que somos. Não precisamos sofrer ou entrar no casulo... Podemos viver grandes transformações sem que tenhamos de passar por grandes dores. Podemos aceitar o amor do Criador e viver intensamente a vida neste grande jardim que ele preparou.
Na verdade, somos mesmo suas largatinhas, seus vermezinhos (Isaías 41.14)... Mas ele sempre nos diz: Não tenha medo, eu te ajudo, eu te sustento na minha mão forte e segura... Confie em mim, eu amo muito, muito, muito você! Se acreditamos nisso, podemos viver de qualquer modo, em qualquer lugar, sob quaisquer circunstâncias e tudo sempre será maravilhoso. E um dia, ele, que faz novas todas as coisas, vai nos dar asas como borboletas para voarmos bem alto, para alcançar nossos sonhos... Ele pode fazer isso, acredite!
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